“O ápice da solidão é procurar com os olhos o que sua boca nunca vai encontrar.”

Isabelle Sampaio (via sentimentosemrascunho)

“Eu era a tempestade, o tsunami, o fogo, o furacão, a vilã, o aço, a impermeável. Você chegou de repente e foi se tornando meu ponto fraco. As minhas muralhas caíram. Me tornou insegura do coração à mente. E segura ao mesmo tempo, por estar junto à você. Mas sinto que desabei em você. Agora passei a ser a garoa, a maré, a faísca, o vento suave, a vítima, o linho, a dependente. É uma sensação estranha, eu nunca precisei de algo. Sempre me senti completa. Agora sinto que sem você, não me tenho.”

Luana Barros.  (via anagramador)

anagramador:

 

Arnaldo Antunes

“Ela sabia que precisava dele. Mas tinha medo da compulsão. De querer ele sempre e sempre e pra sempre. E amanhã e depois. E de dia, e tarde, de madrugada. Pra dormir feliz…”

Tati Bernardi. (via auroriar)

“Ele é impar. E eu quero ser seu par.”

Jhennifer Wernek  (via anagramador)

“O sonho é a pior das cocaínas, porque é a mais natural de todas. Assim se insinua nos hábitos com a facilidade que uma das outras não tem, se prova sem se querer, como um veneno dado. Não dói, não descora, não abate – mas a alma que dele usa fica incurável, porque não há maneira de se separar do seu veneno, que é ela mesma.”

Fernando Pessoa.    (via anagramador)

“Quero teu beijo pra curar minhas dores.”

Anagramador. (via anagramador)

“Não preciso que ninguém morra de amor por mim, só preciso de alguém que viva ele comigo.”

Verbografia.
(via anagramador)

“Não há quem não feche os olhos ao cantar a música favorita. Não há quem não feche os olhos ao beijar, não há quem não feche os olhos ao abraçar. Fechamos os olhos para garantir a memória da memória. É ali que a vida entra e perdura, naquela escuridão mínima, no avesso das pálpebras. Concentramo-nos para segurar a dispersão, para segurar a barca ao calor do remo. O rosto é uma estrutura perfeita do silêncio. Os cílios se mexem como pedais da memória. Experimenta-se uma vez mais aquilo que não era possível. Viver é boiar, recordar é nadar.”

Fabrício Carpinejar. (via anagramador)

“A verdade é que as pessoas de verdade estão em casa. Não é triste pensar que quanto mais interessante uma pessoa é, menor a chance de você vê-la andando por aí?”

Tati Bernardi. (via auroriar)

“Se ame muito para me amar. Me ame de graça e por tudo que sou. Me ame pelas minhas partes tracejadas, picotadas, rasuradas, limpas, claras e legíveis. Me ame quando eu sacudir o avesso de mim. (…) Me ame muito, me ame sempre, me ame quando eu sorrir, chorar, desistir, quando eu quiser recomeçar. Me ame quando eu disser que vou voltar atrás. Me ame quando todo mundo for embora e a festa terminar… Me ame sim, mas entenda que amor para mim é aquele que a gente pode amar sendo quem é, com os pés sujos de andar no chão, com o cabelo emaranhado de tanto cafuné e com o coração livre. Porque a minha vida é a minha vida. A sua vida é a sua vida. Elas quiseram se juntar e andar com as mãos unidas… Eu dou o amor, somente, porque ele vale mais que tudo. E com ele a gente aprende a se amar mais e melhor. Porque o amor não tem título, muito menos definição.”

Clarissa Corrêa.  (via u-ndeciphered)

E se eu te disser que ando querendo te dar uns pegas?

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